Páginas

quarta-feira, 25 de agosto de 2021

Adquira o livro Matos de Comer



Saiu a segunda tiragem do meu livro! Ele vai te ajudar a identificar as plantas comestíveis não convencionais, os famosos Matos de Comer espalhados pela cidade, pelas hortas e centros urbanos. Todos os materiais e fotos são inéditos, e estão liiiindos.

Aprenda a identificar 284 plantas comestíveis, entre elas: espontâneas, ornamentais, frutas e flores. Esse livro é a porta de entrada para todos que querem se aventurar no mundo da coleta do próprio alimento. Apresentado em linguagem simples e acessível, sem diagramas complicados nem exigência de conhecimento prévio, é ideal para quem está iniciando ou quer aprimorar seus conhecimentos na exploração dessas plantas tão incríveis.

Dentre as 284 plantas abordadas, descubra 185 espécies comestíveis inéditas, citadas pela primeira vez na literatura nacional.

O livro também traz as 83 plantas tóxicas mais confundidas com as plantas comestíveis, orientando sobre as principais diferenças e habilitando você para coletar seu próprio alimento sem medo.

Para adquirir o livro, acesse: www.livropanc.com.br. O livro é totalmente colorido, ricamente ilustrado, com capa dura e impressão de qualidade.

sexta-feira, 1 de março de 2019

Siga-nos no Instagram



Olá queridos leitores do nosso site.

A página das Matos de Comer é mantida unicamente por mim, Guilherme Reis Ranieri, que sempre tive como prioridade produzir conteúdo de qualidade e acessível para todos os públicos. Por hora, devido a outras demandas, tenho feito postagens mais curtas no Instagram, na página da @matosdecomer ou usando a #matosdecomer para ver as postagens.

Recomendamos usar as ferramentas de busca para acessar conteúdos específicos - você pode procurar por nome popular ou científico.

Também disponibilizamos o Guia Prático de PANC, um guia para o consumidor, voltado para as PANC mais comuns das feiras orgânicas de SP, que pode ser baixado gratuitamente aqui.

Nos vemos nas redes sociais!

Um abraço,

Guilherme




segunda-feira, 4 de junho de 2018

Agrião-do-líbano, salsa-do-líbano.



O agrião-do-líbano (Apium nodiflorum) é meu mais novo xodó. Estou na fase das plantas aquáticas, como vocês vão perceber. Chamada em inglês de lebanon cress, é uma hortaliça e um tempero ainda pouco comum, usado em pequenas comunidades da Europa e Oriente médio, de onde é nativa. É uma planta silvestre que foi introduzida no Brasil, mas a qual pouca atenção comercial foi dada.

Apesar de parente da salsa e da cenoura (para mim tem sabor de cenoura), das quais o aroma é parecido, é chamado de agrião por ser uma planta anfíbia, ou seja, que tolera solos permanentemente encharcados, como brejos, beiras de lagos e córregos. Em vasos, vai muito bem, desde que não pegue sol direto por muitas horas nem pegue muito vento. É de facílimo cultivo, ideal para quem ter um vaso de PANC em casa.

Tem crescimento exuberante nesses ambientes, em especial se for em uma localidade sem sol intenso direto. Suas folhas recortadas tem um aspecto lustroso, um verde intenso e são muito delicadas e ornamentais, além de um formato inusitado. A sol pleno e na terra, fica com folhas miúdas, mas em locais mais sombreados e úmidos fica com folhas enormes e ainda assim, macias.

É uma erva muito aromática, pouco fibrosa, ideal para saladas (as folhas podem ser usadas inteiras), assim como substitui a salsa em tabules, pestos, e na finalização de diversos pratos. Também gosto de usar em sucos verdes, como tempero para limonada, e como decoração, porque seu formato peculiar e aparência de "baby leaf" são muito convidativos.

De facílimo cultivo, enraíza com facilidade a partir dos estolões que produz ao longo do caule, formando largas touceiras. Pode ser considerada invasiva, porque chega a formar grandes maciços, necessitando de de controle (talvez plantada em vaso). Segundo a amiga Geni, que cultiva as plantas na beira de uma represa, elas chegam a mais de 1m de altura. As das fotos estão novinhas, com apenas 1 mês de idade.





É boa companheira para ser cultivada abaixo de outras plantas que apreciam umidade, como taioba, inhame, cúrcuma, batata-d'água. Também cresce muito bem mesmo durante o inverno, tolerando desde meses muito quentes a muito frios. 

Nas fotos, plantas com apenas um mês de idade, produzindo em abundância, mesmo plantadas em solo seco e em local muito sombreado. A colheita deve ser feita removendo as folhas, mas mantendo o caule, que logo regenera e forma uma touceira. Acredito que seja uma planta que dê para plantar dentro de casa, próximo a uma janela. Cuidado, porém, porque ela não resiste a correntes de vento. 

Caso seja cultivada na água, é bom que seja lavada com solução de cloro ou cozida, para evitar parasitas aquáticos contaminem o alimento. 

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...